quinta-feira, 8 de março de 2012

Jogo Criativo - Três Palavras (1)

Jogo Criativo - Três Palavras (1)

Ano passado, eu propus no facebook um pequeno jogo criativo aos meus amigos do facebook. Cada um que quisesse participar colocava nos comentários 3 palavras quaisquer e eu tinha que tentar escrever alguma coisa com elas em até 3 parágrafos. Resolvi alguns dias atrás recuperar esse joguinho, até para terminar os que eu não fiz, então quis também compartilhar com as pessoas que acompanham aqui o blog os resultados deste pequena brincadeira criativa, e fica uma dica interessante para os que sofrem de bloqueio criativo.

Palavras enviadas por minha amiga Priscila Magalhães: Água, Casa, Carinho

Havia uma velha CASA ao lado do rio
Ao lado da CASA havia um moinho
A ÁGUA empurrava o moinho
O moinho fazia CARINHO no rio...

Palavras enviadas por minha amiga Nelice Simão: Barulho, Pipoca e Cacareco

O velho carango hoje tinha uma cor infefinida pela tinta descascada, seu motor que um dia roncava sem BARULHO, hoje só estoura e PIPOCA.
Ele sabe que os outros carros falam dele. Chamam ele de calhambeque, CACARECO, pedaço de ferro velho.
Talvez ele só precise de alguem que descubra o velho ronco do seu motor...

Palavras enviadas por meu sobrinho Giovane Cella: Gárgula, Boina, Travesso.

Em uma pequena vila, havia um garoto TRAVESSO, que infernizava a vida de todos. Roubava frutas, amarrava latas no rabo dos gatos, caçava passarinhos. Não havia quem pudesse controlá-lo. Sempre que viam ele chegando com sua BOINA vermelha todos na cidade já sabiam que teriam problemas.Até o padre da cidade ficava enlouquecido com o menino de boina, e avisava que um dia o castigo viria de cima.
Certo dia, o garoto de boina cortou caminho pelo velho cemitério da cidade, e resolveu armar mais uma travessura e fazer xixi nos túmulos. Mal começara e sentiu alguem lhe empurrar jogando-o ao chão. Levantou-se de repente olhando ao redor e não viu ninguem. Percebeu que sua boina tinha caído de sua cabeça, mas não a encontrava. Quando a viu, levou um susto.
A boina estava na cabeça de uma GÁRGULA, em cima de uma velha cripta, mais de 3 metros de altura, não havia como ela ter chegado ali. E o que fez o sangue do menino gelar foi que a gárgula olhava diretamente para ele, sua língua para fora em sua direção, o dedo de uma das mãos levantado como que dizendo "não".
O menino correu para casa e nunca mais foi travesso e também nunca mais cortou caminho pelo cemitério. Sua boina vermelha continua adornando a cabeça de uma velha gárgula no meio do cemitério que sorri satisfeita.

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